Páginas anticomunistas: O editorial da Folha de Guarulhos
Ao contrário da narrativa que apresenta a articulação organizada da extrema direita como sendo realizada em território guarulhense a partir das mobilizações decorrentes das Jornadas de Junho (2013) e com o crescimento do antipetismo na cidade, o editorial anticomunista do jornal Folha de Guarulhos demonstra que seus ideais e valores já estavam sedimentados na formação da cultura guarulhense nos anos 1930 e, em certa medida, teve sua continuidade ao longo da segunda metade do século XX (BUENO ROSA, 2026). As páginas desse periódico entre 1936 e 1937, sob a direção da ex-legionária do Movimento Constitucionalista de 1932, Ernestina Del Buono Trama, tinha, entre os seus fundadores e o seu quadro de redação, indivíduos que participaram ativamente de agremiações políticas de extrema direita, como a Ação Integralista Brasileira (AIB) e a Ação Imperial Patrianovista Brasileira (AIPB).
Aliado ideologicamente ao seu “conceituado companheiro de luta” (FOLHA DE GUARULHOS, 1936a, p. 3), Correio do Povo, o jornal Folha de Guarulhos1 apresentava um corpo editorial constituído, principalmente, por integrantes da elite local e um conteúdo de teor político conservador, embora anunciasse aos seus leitores um discurso isento de interesses particulares, conforme indica de sua redação a seguir: “E digno de nota é que os nossos fundadores, ao mesmo tempo, que tudo fazem para nos amparar, nada, absolutamente nada esperam para si pessoalmente ou para suas facções partidárias, pois os temos de todas elas, exigindo apenas, como é justo, que pugnemos, com largueza de vistas, por tudo quanto visse o progresso de nossa terra” (FOLHA DE GUARULHOS, 1936b, p. 1).
Ainda que os artigos progressistas, intitulados Etapas da marcha feminista e Evolução da mulher, ambos publicados no periódico em 1936, criticassem as “mentalidades antiquadas” que se incomodavam com os significativos avanços dos direitos civis das mulheres no Brasil e pelo mundo, advindos de reivindicações de movimentos feministas desde a primeira década do século XX, a redação do Folha de Guarulhos2 mostrava o seu fundamentalismo religioso ao rogar que “Guarulhos prov(asse) sua cultura e progresso” e decretasse o fim das “bruxarias” e a “praga do curandeirismo” na cidade (FOLHA DE GUARULHOS, 1936c, p. 2). A sua justificativa apresentada para esse apelo se encontrava, supostamente, no julgamento dos paulistanos que viam o nosso município como “um lugarejo semi-selvagem, a couto de malfeitores, abrigo de irresponsáveis, paraíso de feiticeiros” — que tinham suas prisões noticiadas nos jornais da capital de São Paulo (FOLHA DE GUARULHOS, 1936c, p. 2). Sendo assim, as práticas e saberes das religiões de matriz africana eram consideradas pela redação do jornal um atraso para o progresso da cidade
Embora a década de 1930 tenha ficado marcada pelo avanço de políticas de isenções de impostos para o setor industrial da economia no município, Guarulhos ainda se encontrava em estágio inicial em relação a se tornar uma metrópole, uma vez que comportava em sua extensão territorial apenas 11.741 habitantes (BUENO ROSA, 2026). A vontade em acelerar esse progresso capitalista, mesmo que isso promovesse exclusão de grupos sociais, era uma temática recorrente nas colunas do periódico e isso fica evidente no artigo denominado Folha de Guarulhos, do redator integralista Antonio Luiz (1936a, p. 2): “Nossa cidade precisa romper, de uma vez, com esses liames, honrando as tradições históricas, onde vemos os Jesuítas passando e abençoando o nosso rincão, e, final, elevamos Guarulhos a uma Campinas, terra de grandes homens, símbolo da harmonia, paz e progresso que tanto desejamos para nossa amada terra que necessita se despregar do esquecimento”.
O anticomunismo no editorial do jornal Folha de Guarulhos
Para além dos fatores supracitados, outro motivo, apontado pela redação do jornal, que causaria o atraso do “avanço civilizatório” guarulhense era o comunismo. Em “A familia e a nação” (1936), o Chefe do Subnúcleo Municipal da AIB em Guarulhos, Antonio Luiz, assinala que a melhor forma de zelar pela família do operário guarulhense era defendê-la do “inimigo social, do perverso, traiçoeiro, vil, torpe comunismo” (LUIZ, 1936b, p. 4). No decorrer dos anos 1930, de acordo com Rodrigo Patto Sá Motta (2022, p. 49), o comunismo passou a ser representado como um demônio por seus adversários políticos, a “encarnação do mal” que carregava a missão de desviar “o homem do bom caminho”. Esta foi umas das desculpas utilizadas como justificativa para as operações repressivas do governo de Getúlio Vargas contra o Partido Comunista do Brasil (PCB). Visto como uma reencarnação do “pecado original”, o comunismo ficou marcado na época como algo a ser temido e, com isso, o medo foi mobilizado para produzir uma compreensão disforme sobre este no imaginário da classe trabalhadora desorganizada, conforme assinala Michael Parenti (1970, p. 22): “Um temor de tal dimensão tende a reificar o objeto temido. O comunismo se torna uma força política divorciada da substância histórica, nacional, étnica, cultural, organizacional, material e, mesmo, humana, que lhe dá forma e identidade”.
No artigo Comunismo versus operário (1936), Antonio Luiz reforçou essa visão deflagrada tanto por Motta quanto Parenti ao dizer que o operário não seria “tolo em se iludir por uma falange tão sanguinária, por uma foice e um martelo” e de que o “comunismo só lhe pode(ria) oferecer imposturas, injustiças, explorações, falsidades” (LUIZ, 1936c, p. 3). Luiz, presidente do Círculo Operário Católico de Guarulhos, depositava no núcleo familiar a garantia de efetivar uma organização moral entre os trabalhadores, pois esta era a “instituição primeira de toda sociedade, criação divina, base da felicidade e harmonia social” (LUIZ, 1936b, p. 4), assim ornando com as recomendações encontradas na encíclica Rerum Novarum (1891), redigida pelo Papa Leão XIII. Isso evidencia uma influência integralista nas páginas do jornal — que inclusive continha uma coluna irregular chamada Notas Integralistas com informações de atividades da AIB no município —, dado que a Doutrina Social Católica era a corrente majoritária do pensamento corporativista presente na AIB, defendida pelo Chefe Nacional da AIB, Plínio Salgado, como a solução para a questão social brasileira e a base para a consolidação do projeto nacional do Sigma para o Brasil: a construção de um Estado Integral Corporativo (BUENO ROSA, 2026).
Outro tema que foi abordado no espaço editorial da Folha de Guarulhos foi a Guerra Civil Espanhola — que teve a sua origem em 1936, após a vitória eleitoral da Frente Popular, constituída pelas forças democráticas (comunistas, socialistas, anarquistas e setores liberais), que sofreram uma insurreição armado da oposição, comandada pela frente franquista (falangistas de direita, monarquistas, católicos e carlistas), tendo como o seu desfecho a instauração do regime fascista do general Francisco Franco. Entre os artigos de opinião encontrados sobre o assunto no periódico, é possível perceber uma inclinação desfavorável à Frente Popular eleita por parte de seu redator Benedito Antonio Trama. No escrito intitulado A Espanha e o Comunismo (1936), ele acusou os comunistas de serem anticristãos e os responsáveis pela situação em que a Espanha se encontrava por causa da guerra: “Agora vê-se com o campo de ação entravado por esses desgraçados comunistas, cuja perversidade destruidora está reduzindo a Espanha a ruínas sobre ruínas. Qual será o patrício que abrace a forma de governo destituída de todas as faculdades de que carecem os povos livres, os povos católicos, os povos civilizados? Nenhum! Nenhum, porque não está no feitio dos nossos nacionais esse sistema anticristão que provocou a desordem e a destruição por toda a parte, vitimando a alma e o corpo dos infelizes que se iludem com a sua política satânica” (TRAMA, 1936a, p. 4).
Apesar de indicar, no decorrer de seu artigo, uma suposta intolerância religiosa por parte dos comunistas, Trama apresenta um discurso de repulsa violenta em desfavor dos adeptos das ideias comunistas no Brasil, que deveriam “desapare(cer) da face da Terra” (TRAMA, 1936a, p. 4) ou serem alvos de execução sumária em território brasileiro como medida de proteção a elite econômica do País, conforme mostra o trecho a seguir: “O governo brasileiro deve fuzilar sumariamente cada sectário de Stalin que aparecer no Brasil. Só assim, estaremos livres deles, só desta forma teremos a paz tão peculiar a todos os nossos patrícios” (TRAMA, 1936a, p. 4). Em seu outro artigo, denominado A Espanha e os vermelhos (1936), Benedito Antonio Trama deixa mais nítido que sua fervorosa oposição — ao ponto de assimilar como necessárias as medidas radicais tomadas no conflito pelo general franquista Emílio Mola — contra os “moscovitas facínoras” e o “furacão vermelho do marxismo” (TRAMA, 1936b, p. 3), estava vinculada diretamente a ameaça que a Internacional Comunista representava para os pilares que sustentavam a sua concepção de conservadorismo: “De modo algum a famosa terra toledana pode cair nas garras dos novos bárbaros; dos estultos cérebros, cujas absurdas pretensões são as de conquistar todo o planeta para depois destituí-la do que possui de mais caro, de mais sublime, de mais digno: a religião, a família, a liberdade!” (TRAMA, 1936b, p. 3).
Arlindo Veiga dos Santos: um líder patrionovista entre as colunas da Folha de Guarulhos
Com o percorrer da leitura entre as colunas do jornal Folha de Guarulhos, é perceptível que o conservadorismo católico fica saltado no conteúdo editorial do periódico. Uma prova importante disso é a presença dos textos do carola mariano Arlindo Veiga dos Santos, uma liderança negra desde a década de 1920 e o primeiro presidente da Frente Negra Brasileira (FNB)”, além de ter sido membro do Centro D. Vital de São Paulo e fundador do Centro Monarquista de Cultura Social e Política Pátria-Nova (CMCSP Pátria Nova) em 1928, que, posteriormente, passaria, em 1932, por uma reforma estatutária e se tornaria a Ação Imperial Patrianovista Brasileira (AIPB) (DOMINGUES, 2006, p. 526; 521-522), que criaria, no mesmo ano, um grupo paramilitar antiliberal e pró monarquia de extrema direita, denominado Guarda Imperial Patrionovista, voltado a “defender o movimento dos ataques dos ‘comunistas’, proteger o ‘Brasil-Cristão’ e ‘preparar a instauração do III Império [Brasileiro]’” (DOMINGUES, 2006, p. 524).
A primeira menção encontrada de um vínculo entre Veiga dos Santos e a nossa cidade foi na obra de Adolfo Vasconcelos Noronha, em que o professor de Direito indicava o líder negro como redator-chefe do A Tribuna de Guarulhos, o primeiro jornal impresso de Guarulhos, dirigido por Benedito Antonio Trama e tinha o Padre Vicente Conde e do poeta Damasceno Vieira como colaboradores (NORONHA, 1960, p. 93). Nesta mesma década, também escreveu para a revista Filosofia, atrelada à Faculdade Filosofia e Letras de São Paulo, onde cursou Filosofia e Letras, após se mudar de Itu para São Paulo (DOMINGUES, 2006, p. 521). Todavia, ele evidencia a saudade que tinha de sua terra natal em seu poema publicado, no ano de 1936, na Folha de Guarulhos a seguir:

No mês de maio de 1936, o jornal Correio do Povo noticiou que os patrianovistas da capital viriam para Guarulhos da estação de trem Tamanduateí com o objetivo de participar de um convescote planejado por habitantes da cidade, filhos de pessoas fiéis ao símbolo monárquico que um dia tinha sido hasteado na Igreja Matriz local (CORREIO DO POVO, 1936a, p. 5). Meses depois, em uma sessão cívica patrianovista no município, contando com as presenças de Arlindo Veiga dos Santos, Antonio L. Pereira Cunha e José Magno Portella, a diretoria da célula da AIPB em Guarulhos, composta por Eugenio Marinho, Nicola Bernardes e Agnello Trama — o último sendo um dos fundadores do Folha de Guarulhos —, assumiram as suas funções e responsabilidades (CORREIO DO POVO, 1936b, p. 6).
A redação do impresso dirigido por Ernestina Del Buono Trama recebia o Boletim Pátria-Nova, fundado em 1933, editado como um complemento mensal da revista Pátria-Nova pelo Departamento Nacional Patrianovista de Propaganda e Imprensa, e dirigido por Arlindo Veiga dos Santos e Paulo Dutra da Silva (FOLHA DE GUARULHOS, 1936d, p. 4; DOMINGUES, 2006, p. 524), segundo é possível observar no trecho a seguir: “Recebemos, e lemos com prazer, o Boletim mensal que a Ação Imperial Patrianovista Brasileira manda editar para a sua propaganda e serviços de informações aos patrianovistas e que tem como diretor o sr. Oraci Gomes. Traz interessantes trabalhos, entre eles, a relação de novos soldados que se enfileiram nas hostes da Ação, para levar a frente a belíssima cruzada nacional a que se destinada” (FOLHA DE GUARULHOS, 1937, p. 4). Isso revela uma afinidade que o quadro social do periódico possuía em relação às ideias propostas pela AIPB e uma possível aprovação de sua atuação na cidade.
Entre os artigos assinados por Veiga dos Santos nesse jornal guarulhense, o ponto em comum que mais se destaca, certamente, é o teor antiliberal empregado na defesa da Monarquia Orgânica e Corporativa. Para ele, o Brasil enquanto uma “Pátria Imperial”, não poderia de maneira nenhuma ser uma República, pois esta “não só não pode(ria) resolver os problemas da nacionalidade e do Estado, mas também é dissolvente, antinacional e separatista” (VEIGA DOS SANTOS, 1937a, p. 1) e, assim como o comunismo, o liberalismo tinha a “dubiedade inclinada para o mal” e era “fruto das doutrinas filosóficas do orgulho e non serviam de Lúcifer” (VEIGA DOS SANTOS, 1936a, p. 2). À vista disso, o professor Petrônio Domingues (2006, p. 523) definiu o líder patrionovista da seguinte forma: “Arlindo Veiga dos Santos era, antes de mais nada, um negro reacionário, na medida em que buscava anular as forças progressistas da história e inverter a tendência de modernização da sociedade brasileira, lutando pelo restabelecimento de uma ordem política e social obsoleta. Era nacionalista xenófobo e antissemita fervoroso. […] Descrente nas instituições da democracia liberal, culpava o capitalismo imperialista, a ação dos judeus e da maçonaria, de um lado, e os comunistas, de outro, pelas mazelas da sociedade brasileira de um modo geral e, dos negros, em particular. Rechaçava radicalmente o parlamento e as eleições, atribuindo-lhes uma das causas da ‘desordem, desorganização e ruína’ do Brasil”.
- ] Lista de fundadores do jornal Folha de Guarulhos: Gino Montagnani, Ernesto Montesanto, Guilherme Rodrigues de Lima, Octavio Forghieri, José Lourenço Neves, Francisco Poli, Silvestre de Vasconcellos Calmon, Dr. Alfredo Ferreira Paulino, Benedicto Antonio Trama, José Maurício de Oliveira, Gentil Bicudo, Ernestina Del Buono Trama, Paulo de Moraes, Silverio Gabriel Telles, João Maurício de Oliveira, Paulo Faccini, Agnello Trama, João de Deus P. de Araujo, Juvenal Ramos Barbosa, Dezembrino Silva, Nelson Silvado, Antonio Pinheiro Pinto, Felicio Antonio Alvez, Antonio Avilez Sanchez, Onaldo Fanganiello, Nicolino Rinaldi, Cesar Ferrage, Floriano Parreira, João Rodrigues Barbosa, Luiz Faccini, Alfredo Panunzio, Albino Martello, Vasco Brancaleoni, José Vidal França, Heitor Mauricio de Oliveira, Constancio Colalillo, Mario Boari de Tamassia, Paulo Hullemann & Reimann, Jorge Juvenal Theophilo de Assis, Fernando José de Moraes Barros e Carlos Panadés. ↩︎
- Lista dos principais redatores do jornal Folha de Guarulhos: Arlindo Veiga dos Santos, Benedicto Antonio Trama, Mario Boari de Tamassia, Heitor Mauricio de Oliveira, Antonio Luiz, Luiz Ortiz e Arlindo Veiga dos Santos, (dentista) Cypriano de Oliveira Negrão e Gentil Bicudo. ↩︎
Fontes
“Correio do Povo”. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 2, 19 jul 1936a, p. 3.
BUENO ROSA, Júlio. Ernestina Del Buono Trama e a Folha de Guarulhos. AAPAH, Guarulhos, 24 fev 2026. Disponível em: https://aapah.org.br/ernestina-del-buono-trama-e-a-folha-de-guarulhos/ . Acesso em: 11 mar 2026, às 11h.
Etapas da marcha feminista. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 18, 22 nov 1936, p. 1.
Evolução da mulher. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 20, 6 dez 1936, p. 1.
Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 2, 19 jul 1936b, p. 1.
Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 22, 20 dez 1936d, p. 4. Notas e informações.
Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 5, 9 ago 1936c, p. 2.
Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 26, 6 abr 1937, p. 4. Noticiário.
LUIZ, Antonio. Comunismo versus operário. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 21, 13 dez 1936c, p. 3 e 4.
LUIZ, Antonio. Folha de Guarulhos. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 10, 20 set 1936b, p. 4.
LUIZ, Antonio. Folha de Guarulhos. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 5, 9 ago 1936a, p. 2.
Os patrianovistas de S. Paulo visitarão Guarulhos. Correio do Povo. Guarulhos, ano III, n. 122, 23 maio 1936a, p. 5.
Patria Nova. Correio do Povo. Guarulhos, ano III, n. 135, 29 ago 1936b, p. 6.
SANTOS, Arlindo Veiga dos. Disciplina nacional. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 27, 28 abr 1937a, p. 1.
SANTOS, Arlindo Veiga dos. Ideais passados. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 24, 21 mar 1937, p. 1.
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SANTOS, Arlindo Veiga dos. Problemas de votação. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 27, 18 abr 1937, p. 1 e 4.
TRAMA, Benedito Antonio. A Espanha e o comunismo. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 20, 6 dez 1936a, p. 4.
TRAMA, Benedito Antonio. A Espanha e os Vermelhos. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 5, 9 ago 1936b, p. 3.
Referências bibliográficas
BUENO ROSA, Júlio. Ação Integralista Brasileira entra em cena: Considerações preliminares sobre os camisas-verdes em Guarulhos. In: PAULINO, Peterson Mendes; FERNANDES, Larissa Lucindo; VICENTE, Vanessa Freitas (orgs.). Guarulhos [livro eletrônico]: novos olhares sobre a história e a memória da cidade. Guarulhos: Ed. dos Autores, 2026.
CONCEIÇÃO, James Bispo da. “O meu sangue é genuinamente paulista”: Uma história do Movimento Constitucionalista de 1932 em Guarulhos e a memória da Revolução Constitucionalista na cidade. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) – Universidade Federal de São Paulo, Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Guarulhos. 2018. 67f.
DOMINGUES, Petrônio. O “messias” negro? Arlindo Veiga dos Santos (1902-1978): “Viva a nova monarquia brasileira; Viva Dom Pedro III!”. Varia História, Belo Horizonte, v. 22, n. 36, p. 517-536, jul/dez, 2006.
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NORONHA, Adolfo Vasconcelos. Guarulhos, cidade símbolo. (História de Guarulhos): 1560-1960. São Paulo: Schmidt, 1960.
PARENTI, Michael. A cruzada anticomunista. Trad. Marcelo Guimarães. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1970.
