Ernestina Del Buono Trama e a Folha de Guarulhos

Em estado de deterioração, as 21 edições do periódico Folha de Guarulhos que resistiram ao tempo e a falta de condições adequadas de preservação, ainda se encontram disponíveis para consulta pública no Arquivo Histórico Municipal “Araci Borges Dias Martins”, localizado no Centro Municipal de Educação “Adamastor”. Impressas entre 9 de julho de 1936 e 18 de julho de 1937, essas edições apresentam o momento de expansão da área urbana do município de Guarulhos em um período que o território contava com apenas 11.741 habitantes, sendo 31 pessoas por km² (IBGE, 1936), e a escolha do seu chefe do poder executivo ficava a cargo de apenas 7 vereadores, sendo que 4 votaram no cel. Guilhermino Rodrigues de Lima e os demais em Cesar Ferrage (LIVRO DE ATAS 6).

Filiado à Associação Paulista de Imprensa (API) sob o registro n. 322, a Folha de Guarulhos foi um semanário com 4 páginas por edição, publicado aos domingos, com raras exceções. Observando as edições disponíveis na instituição de salvaguarda, é possível apontar que houve, pelo menos, um período de oscilação temporal entre as publicações dos números impressos entre 6 de abril de 1937 e 11 de maio de 1937, sendo que um dos motivos de ter ocorrido isso, foi apresentado pela própria redação do jornal em uma nota: “Em virtude de estarem passando por uma reforma as oficinas onde é impressa esta folha, a mesma deixou de circular domingo […], saindo hoje” (FOLHA DE GUARULHOS, 1937a, p. 4).

Ao contrário de sua redação que permaneceu fixada no logradouro da rua D. Pedro II durante os dois anos, n. 20, a sede administrativa da Folha de Guarulhos apresentou uma mudança de endereço da Praça Theresa Christina, n. 15 (FOLHA DE GUARULHOS, 1936a, p. 2), para a rua Siqueira Campos, n. 30 (FOLHA DE GUARULHOS, 1936b, p. 2), ainda no ano de 1936. Outras importantes alterações feitas no expediente do semanário ocorreram em sua tabela de preços, uma vez que o número avulso de 400 réis passou a custar 600 réis e a administração do jornal lançou um plano semestral para obtenção de seus números pela quantia de 8 mil réis, enquanto o valor cobrado de 600 réis por um número atrasado impresso foi mantido.

Fonte: PAULINO, Peterson Mendes. Primeiro número do jornal Folha de Guarulhos. 2026

Outra fonte fundamental de receita da Folha de Guarulhos eram os anúncios de prestadores de serviços realizados na seção Indicador profissional — como do construtor Luiz Faccini, do engenheiro Godofredo de Barros, dos dentistas Cypriano de Oliveira e João de Deus P. Araújo, do médico Dr. Nicolau Falci, do agrônomo João Vital, da professora de piano Maria Brand M. de Oliveira e do pintor e decorador Humberto Valenzi — e as propagandas de diferentes estabelecimentos localizados, principalmente, em Guarulhos — como o restaurante Recreio Gianni, o armazém Casa Poli, armazém e depósito de materiais para construção civil Casa Martello & Filho, as Oficinas de Carroças J. Butrim & Silvio Silingardi e a Farmácia Guarulhos — e na rua da Penha, em São Paulo — como a mobiliadora Kuchnir & Chitman, a Farmasil, filial da Drogasil e a Tinturaria Pereira.

A minha hipótese é de que essas propagandas dos estabelecimentos presentes fora do município de Guarulhos foram negociadas pela diretora da Folha de Guarulhos, a professora Ernestina Del Buono Trama, devido ela ter sido dirigente da instituição de ensino denominada Atheneu Ruy Barbosa, que se encontrava na rua da Penha, n. 84 (FOLHA DE GUARULHOS, 1936c, p. 2) durante esse período de dois anos. A docente partilhou a direção do periódico com o médico-chefe do Posto de Socorro Municipal de Guarulhos, Alfredo Ferreira Paulino Filho (FOLHA DE GUARULHOS, 1936d, p. 2), até o n. 16, publicado em novembro de 1936, e escolheu como os seus redatores-chefes Mario Boari Tamassia e Heitor Maurício de Oliveira e os seus gerentes administrativos Paulo de Moraes e Sylvestre Vasconcellos Calmon.

Os integrantes da administração e redação do jornal circulavam por diferentes entidades públicas e privadas na cidade. Participavam de órgãos da gestão pública municipal e, por exemplo, da diretoria do Club Recreativo Guarulhos (FOLHA DE GUARULHOS, 1937b, p. 2), além de serem convidados a irem em inaugurações, como a realizada na garagem da nova empresa de ônibus de Guarulhos, a Villa Galvão Sant’Anna, e nas festividades promovidas por times de futebol da localidade, como a União Villa Augusta F. C. (FOLHA DE GUARULHOS, 1936e, p. 2)e o Tietê F. C. (FOLHA DE GUARULHOS, 1936f, p. 2). Levando em consideração essa aproximação presente entre os membros do jornal e os clubes guarulhenses de futebol, a redação da Folha de Guarulhos anunciou que, a partir do seu n. 2, o periódico iria contar com uma seção esportiva, conforme mostra o trecho a seguir: “A ‘Folha de Guarulhos’, comunica aos clubes esportivos e as sociedades que, a partir do próximo número, terá uma ótima seção esportiva, com comunicados de jogos e movimentos associativos. Para tanto necessita do concurso dos clubes e sociedades, motivo por que solicitamos aos srs. diretores que enviem a esta redação todo e qualquer comunicado, até às quarta-feiras, no mais tardar, para que, com vagar, possamos rever e dar-lhe publicidade” (FOLHA DE GUARULHOS, 1936g, p. 3).

A direção feminina de um jornal conservador

Professora Ernestina Del Buono Trama para os paulistanos é o nome de uma escola estadual, localizada no Jardim São Paulo, em Guaianases (SP), enquanto para os guarulhenses foi a única mulher durante anos a exercer o cargo de parlamentar no meio dos homens da política municipal. Entre os dias 23 de maio de 1936 e 9 de julho de 1937, ela desempenhou a ocupação de 1a secretária da Câmara Municipal de Guarulhos. A sua atuação como vereadora pode ser sintetizada na seguinte frase dita por ela aos demais parlamentares no decorrer da primeira reunião de trabalho da Assembleia Municipal:“[…] trabalhem(os) pela prosperidade do Município e pela paz da Família Política de Guarulhos (grifo meu)” (LIVRO DE ATAS 6).

Retrato de Ernestina Del Buono Trama. Fonte: Folha de Guarulhos (8/11/1936, p. 2)

Enquanto vereadora com mandato vigente em 1936, a sua primeira proposta foi a nomeação das cadeiras da Câmara Municipal de Guarulhos, a qual homenagearia como patronos aqueles que chamou de “bandeirantes guarulhanos”: Cerqueira Cezar, Conselheiro Crispiniano, João Alvez de Siqueira Bueno, Felício Marcondes Munhoz, Theophilo de Assis, Gabriel José Antonio Telles e Joaquim Pedro Moreira (LIVRO DE ATAS 6) — sendo que o último foi um dos articuladores, junto com José Maurício de Oliveira e José Vidal França, da Campanha do Capacete de Aço do Movimento Constitucionalista de 1932 na cidade (CONCEIÇÃO, 2018, p. 51). Durante a sexta sessão da Câmara Municipal, em 13 de julho de 1936, ficou evidente a sua admiração pela “Revolução Constitucionalista de 1932”, dado que ela solicitou o registro em ata do seu “voto de inteira solidariedade às homenagens prestadas pelo povo de São Paulo, a grandiosa e inesquecível data — 9 de julho — e, outro de saudade, aos filhos de Piratininga tombados na luta, em prol de um ideal alevantado: a constitucionalização do País” (LIVRO DE ATAS 6).

A relação de Ernestina com o Movimento Constitucionalista teve o seu auge em 1932 quando participou da sua Comissão das Senhoritas e da organização, junto ao seu esposo, o diretor do Tribuna de Guarulhos, Benedicto Antonio Trama, dos Grandes Festejos Pró-Ouro da Vitória em São Paulo. Enquanto integrante da Comissão de Publicidade e Cooperadora de Guarulhos (CONCEIÇÃO, 2018, p. 28), o companheiro da vereadora teria desempenhado um importante papel na propaganda ideológica da causa constitucionalista por meio do periódico Guarulhos – Jornal — que circulou em território guarulhense apenas durante os dias de conflitos entre as forças paulistas e as tropas federais — devido ao fato de ser o seu diretor-gerente (CONCEIÇÃO, 2018, p. 27-28). É possível apreender semelhanças entre as edições do periódico de seu esposo e as páginas da Folha de Guarulhos no que se refere a quantidade de páginas, o dia da semana de distribuição, em partes, o layout e o conteúdo, que continha “notas sociais, esportivas, religiosas, proclamas de matrimônio, notas de óbitos, anúncios e informes legais do município” (CONCEIÇÃO, 2018, p. 27), como os balancetes orçamentários da gestão pública, o Regulamento Interno da Câmara Municipal (1936-1937), a redação das leis aprovadas pelos vereadores, assim como as decisões dos requerimentos solicitados por empresas ou pelos cidadãos guarulhenses que eram despachados pela Assembleia Municipal de Guarulhos.

Sendo a terceira mais votada entre 74 candidatas na campanha Levemos a Mulher à Academia de Letras, organizada pelo semanário carioca O Malho (FOLHA DE GUARULHOS, 1936h, p. 2), Ernestina Del Buono Trama era reconhecida como uma intelectual no município de Guarulhos, de acordo com o seu ex-aluno, Tamassia, ao desejar felicitações na sede de seu curso comercial: “Hoje, porém, é aniversário de D. Ernestina Del Buono Trama, nossa mestra, nossa guia, nossa estrela tutelar, nossa companheira, nosso tudo” FOLHA DE GUARULHOS, 1936i, p. 2). A sua experiência como professora na Atheneu Ruy Barbosa e como contadora diplomada à frente do escritório comercial Trama (CONCEIÇÃO, 2018, p. 28) e, possivelmente, também da Alfaiataria Trama (FOLHA DE GUARULHOS, 1937c, p. 4), possibilitou que ela fiscalizasse de perto o trabalho da Comissão de Finanças da Câmara Municipal, alvo recorrente de matérias e artigos em seu jornal. É viável assinalar que a vereadora tinha uma das participações mais operantes e incisivas entre os integrantes do poder legislativo local, a ponto de entrar em embates contra colegas, conforme consta na ata da oitava sessão da Câmara Municipal, em 8 de agosto de 1936, escrita pela própria: “[…] fez uso da palavra o vereador Raphael Fantazzine que apresentou um protesto com referência a atitude assumida pela vereadora Ernestina Del Buono Trama na sessão anterior, atitude essa que considerou ofensiva a sua pessoa. Houve réplica por parte da citada vereadora, terminando os debates com a intervenção do Sr. presidente” (LIVRO DE ATAS 6).

Em seu mandato de parlamentar entre 1936 e 1937, Ernestina Del Buono Trama integrou a Comissão de Elaboração do Regimento Interno da Câmara, a Comissão de Justiça e Polícia e a Comissão de Obras Públicas. Tendo em mente a sua atuação assídua nas últimas duas comissões, a parlamentar procurou concentrar as suas propostas voltadas aos “melhoramentos” na área urbana da cidade, que vinha se expandindo, por vezes, as tratando nas páginas da Folha de Guarulhos como se fossem interesses universais, o que possivelmente não era um objeto de concordância dos habitantes que residiam mais afastados de bairros como Centro, Macedo, Gopoúva, Vila Augusta, Vila Galvão, Vila Rio de Janeiro e Cabuçu. Isso pode ser observado tanto nas atas das sessões da Câmara Municipal como nos escritos assinados por ela no periódico, como, por exemplo, os artigos intitulados, respectivamente, Guarulhos está de parabéns (1936) e Problemas Sine Die (1937).

Dessa maneira, a vereadora apresentou diversas sugestões ao poder público a respeito dos problemas dos serviços básicos municipais e do cotidiano dos guarulhenses. Entre eles, destacam-se as suas indicações ligadas à promover a fiscalização e regulamentação municipal do serviço entregue pelas linhas de “auto-ônibus”, a ampliação de pontos urbanos com iluminação e dos serviços de zeladoria, água e esgoto da cidade, assim como a isenção de impostos para novas construções, a eletrificação da Tramway da Cantareira e a apreensão de animais soltos no perímetro municipal — sendo que esta última se tornou a Lei n. 5, de 10 de outubro de 1936, que consistia na proibição de ter animais de qualquer espécie soltos pelas ruas, praças e vilas do município, e, uma vez apreendidos, eram conduzidos a um depósito público e, se não fossem reclamados no prazo de 15 dias e seus tutores não pagassem a multa, os animais poderiam ser vendidos ou, no caso dos cães sem a sua inscrição na coleira no momento da captura, seriam executados pelo poder público em pouco tempo (LIVRO DE ATAS 6).

Ademais, também é essencial registrar que a Ernestina Del Buono Trama demonstrou uma grande preocupação com a carestia que assolava os brasileiros na década de 1930 e de como a produção de alimentos do setor primário e o poder de consumo dos guarulhenses havia sofrido um considerável abalo. Entendendo que a solução não dispunha apenas de iniciativas individuais para o combate a alta dos gêneros de primeira necessidade, a professora chamou a atenção da gestão pública durante a nona sessão da Câmara Municipal, em 22 de agosto de 1936, ao apontar que era dever do Estado agir para a resolução dessa questão, segundo evidencia o excerto a seguir: “[…] pede a palavra, pela ordem, a vereadora Ernestina Del Buono Trama, que discorre sobre a alta de gêneros de 1a necessidade, trazendo ao conhecimento da Mesa [diretora] o apelo lançado aos dirigentes de todos os Municípios, pela Sociedade Rural Brasileira, para que seja incrementada a agricultura de cereais, fornecendo aos lavradores interessados, de conformidade com as possibilidades de cada zona, sementes, mediante um pagamento mínimo e o prazo determinado. Lembrou a mesma vereadora que o artigo 14 da Lei Orgânica dos Municípios, em seu número 7, expressa, como sendo da competência dos Municípios, o fomento da lavoura”.

Ernestina Del Buono Trama: uma moderna mulher conservadora

O contexto histórico da Primeira República no Brasil ficou marcado por significativas transformações econômicas, políticas e culturais, além da ampliação dos direitos civis. Na esteira dessas alterações, “a condição das mulheres, principalmente da pequena burguesia e das camadas médias, na sociedade brasileira também sofreu perceptíveis mudanças ao ganharem mais espaço na vida pública e nos mundos do trabalho, […] assim como um tímido avanço na representação política feminina nos espaços de poder da questionada democracia liberal existente” (BUENO ROSA, 2024, p. 90). É neste caldo, portanto, que a figura feminina conservadora de Ernestina Del Buono Trama e a sua atuação política se encontram entrelaçadas em atas e páginas de um jornal. O fato de ser a única mulher entre oito pessoas que detinham o poder político de órgão do Estado em uma pequena cidade em construção deveria ser o suficiente para que fosse objeto de interesse de mais estudos.

Todavia, de acordo com Ana Paula Vosne Martins, essa ausência de estudos compatíveis com o perfil social de Trama estaria relacionada com uma “historiografia comprometida com a história das minorias políticas, [que] considerou desnecessário incluir mulheres conservadoras e de elite em seus relatos” devido estarem “alinhadas a um projeto de classe ou de deliberada tutela e dominação de subalternos” e, por isso, “não haveria muito mais a ser revelado sobre elas” (MARTINS, 2017, p. 190). Contudo, se faz necessário entender o papel social de liderança comunitária cumprido por essas mulheres no passado para que assim possamos melhor enfrentar o avanço do conservadorismo no hoje. Portanto, compreender a atuação política dessa vereadora, uma agente feminina conservadora em seus valores e modo de pensar, que utilizou “instrumentos modernos de ação” (MARTINS, 2017, p. 193) ao se movimentar dentro de uma sociedade brasileira conservadora, qualifica Ernestina como “uma moderna mulher conservadora” (MARTINS, 2017, p. 193).

Fontes

A alta dos gêneros. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 3, 25 jul 1936, p. 1.

A nossa folha. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 26, 6 abr 1937a, p. 4.

Alfaiataria Trama. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 28, 11 maio 1937c, p. 4.

Aos clubes esportivos e sociedades do município. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 1, 9 jul 1936g, p. 3. Esportes.

Atheneu Ruy Barbosa. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 5, 9 ago 1936c, p. 2.

Bairro da Ponte Grande. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 3, 25 jul 1936f, p. 2.

CÂMARA MUNICIPAL DE GUARULHOS. Arquivo Histórico Municipal “Araci Borges Dias Martins”. Atas das sessões realizadas entre os dias 23 de maio de 1936 e 17 de julho de 1937. Livro de Atas 6, p. 1-37.

D. Ernestina Del Buono Trama. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 16, 8 nov 1936i, p. 2.

Dr. Alfredo F. Paulino Filho. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 12, 4 out 1936d, p. 2.

Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 1, 9 jul 1936a, p. 2. Expediente.

Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 5, 9 ago 1936b, p. 2. Expediente.

Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 9, 13 set 1936e, p. 2. Sociaes.

Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 27, 18 abr 1937b, p. 2. Noticiario.

IBGE. Anuário Estatístico do Brasil e das Estatísticas Históricas do Brasil. Estatísticas do Século XX, s. l., s. d., p. 151. Disponível em: https://seculoxx.ibge.gov.br/images/seculoxx/arquivos_download/populacao/1937/populacao1937aeb_14_a_26.pdf . Acesso em 22 jan 2026, às 21h30.

Levemos a mulher à Academia de Letras! Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 12, 4 out 1936h, p. 2.

TRAMA, Ernestina Del Buono. Guarulhos está de parabéns. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano I, n. 18, 22 nov 1936, p. 1.

TRAMA, Ernestina Del Buono. Problemas sine die. Folha de Guarulhos. Guarulhos, ano II, n. 27, 18 abr 1937, p. 1.

Referências bibliográficas

BUENO ROSA, Júlio. “A Educação e o Syndicato”: o corporativismo educativo da militante integralista Maria Letícia Ferreira Lima. In: COSTA FILHO, Cícero João da; CAZETTA, Felipe (orgs.). Experiências autoritárias de forma transversal: passado e presente [recurso eletrônico]. 1. ed. Recife: EDUPE, 2024, p. 90-143.

Conceição, James Bispo da. “O meu sangue é genuinamente paulista”: Uma história do Movimento Constitucionalista de 1932 em Guarulhos e a memória da Revolução Constitucionalista na cidade. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) – Universidade Federal de São Paulo, Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Guarulhos. 2018. 67f.

MARTINS, Ana Paula Vosne. Não somos feministas de colarinho e gravata: modernidade e conservadorismo na trajetória biográfica de Rosy de Macedo Pinheiro Lima (1914-2001). In: COSTA, Hilton; PEGORARO, Jonas Wilson; STANCZYKI FILHO, Milton. O Paraná pelo caminho. Histórias, trajetórias e perspectivas. v. 3. Curitiba: Máquina de Escrever, 2017, p. 185-2019;

HANSSEN, Beatriz de Aguiar; MORAES, Silvia Piedade de. A presença feminina na construção da cidade In: OMAR, Elmi Hage (org.). Guarulhos tem história: Questões sobre a história natural, social e cultural. 1. ed. Guarulhos: Ananda Gráfica & Editora, 2008, p. 146-160.

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