educação

Educação

Na ultima quinta feira, 6 de Abril  de 2017, o MEC encaminhou ao CNE (Conselho Nacional de Educação)  proposições da Base Comum Nacional Curricular, algo que já é previsto na Lei de Diretrizes e Bases:

Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.

De fato a consolidação de uma base comum é muito importante para a sistematização dos conteúdos e unificação dos temas em sala, respeitando as diversidades locais. Mas a base divulgada ainda encontra muitas falhas e conteúdo genérico,  e sem entrar no mérito da maneira em que as consultas publicas foram realizadas ao longo de quatro anos na qual muitas entidade não foram se quer convidadas.

 Agora o que temos a fazer de certa maneira é  trabalhar de forma propositiva na construção da base comum municipal, que contemplem a temática cidade.

Isso posto,  deve ser construída com um debate amplo e democrático, evitando os centralismos comuns encontradas nas Gestões anteriores, centralizando pesquisas e elaboração de  material didático na mão de poucos, sempre com o pressuposto de que é a inexistência de material sobre  a cidade que  justifica  tal  política de “balcão ” e uso de verbas do Fundeb.

Sugiro nesse artigo a inversão desse processo, ora  esse centralismo  é um engodo, na qual perpetua a tão comum lógica guarulhense  de que as pessoas não conhecem a cidade e por assim não constroem a história do seu cotidiano, com isso não se apropriam da mesma.

Pensar uma base Curricular municipal  que contemple a história, geografia, cultura e meio ambiente local, juntamente com programas de projetos de ensino, que contemplem tantos escolas da rede municipal , quanto estadual e privadas, é uma forma significativa e de certa maneira inédita no Brasil, de uma política em que agregue diversos setores da sociedade em torno de um tema único, ou seja; a própria cidade como referência .

Diante disto , essa construção deve ser nos locais de ensino, nas escolas, pelos seus agentes, educandos, comunidade e por fim colocar dialética nos tão pragmáticos planos políticos pedagógicos .

Nesse sentido o currículo passa a ser uma forma de “empoderamento” local , pois só conhece sua comunidade, aquele que nela mora ,contemplando a própria LDB no que tange a diversidade regional .

Na ultima quinta feira, 6 de Abril de 2017, o MEC encaminhou ao CNE (Conselho Nacional de Educação) proposições da Base Comum Nacional Curricular, algo que já é previsto na Lei de Diretrizes e Bases : Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. De fato a consolidação de uma base comum é muito importante para a sistematização dos conteúdos e unificação dos temas em sala, respeitando as diversidades locais. Mas a base divulgada ainda encontra muitas falhas e conteúdo genérico, e sem entrar no mérito da maneira em que as consultas publicas foram realizadas ao longo de quatro anos na qual muitas entidade não foram se quer convidadas. Agora o que temos a fazer de certa maneira é trabalhar de forma propositiva na construção da base comum municipal, que contemplem a temática cidade. Isso posto, deve ser construída com um debate amplo e democrático, evitando os centralismos comuns encontradas nas Gestões anteriores, centralizando pesquisas e elaboração de material didático na mão de poucos, sempre com o pressuposto de que é a inexistência de material sobre a cidade que justifica tal política de "balcão " e uso de verbas do Fundeb. Sugiro nesse artigo a inversão desse processo, ora esse centralismo é um engodo, na qual perpetua a tão comum lógica guarulhense de que as pessoas não conhecem a cidade e por assim não constroem a história do seu cotidiano, com isso não se apropriam da mesma. Pensar uma base Curricular municipal que contemple a história, geografia, cultura e meio ambiente local, juntamente com programas de projetos de ensino, que contemplem tantos escolas da rede municipal , quanto estadual e privadas, é uma forma significativa e de certa maneira inédita no Brasil, de uma política em que agregue diversos setores da sociedade em torno de um tema único, ou seja; a própria cidade como referência . Diante disto , essa construção deve ser nos locais de ensino, nas escolas, pelos seus agentes, educandos, comunidade e por fim colocar dialética nos tão pragmáticos planos políticos pedagógicos . Nesse sentido o currículo passa a ser uma forma de "empoderamento" local , pois só conhece sua comunidade, aquele que nela mora ,contemplando a própria LDB no que tange a diversidade regional . Nessa perspectiva elucidar e por fim estimular a cognição do educando, conceitos de espaço e temporalidade, e isso enraizado em seu ambiente, ou seja, a cidade de Guarulhos . Portanto cabe refletir, cobrar uma gestão democrática e clara nesse processo, evitar hábitos fisiológicos e centralistas assistidos em gestões anteriores, construir um currículo amplo e nos locais e assim contemplar uma etapa que consta na própria Base Comum encaminhada ao Conselho Nacional de Educação, na qual diz que a Educação é um exercício de cidadania.

Marco Zero de Guarulhos. Acervo: AAPAH/Bruno Leite de Carvalho.

Nessa perspectiva elucidar e por fim estimular a cognição do educando, conceitos de espaço e temporalidade, e isso enraizado em seu ambiente, ou seja,  a cidade de Guarulhos .

Portanto cabe refletir, cobrar uma gestão democrática e clara nesse processo, evitar hábitos fisiológicos e centralistas assistidos em gestões anteriores, construir um currículo amplo e nos locais e assim contemplar uma etapa que consta na própria Base Comum encaminhada ao Conselho Nacional de Educação, na qual diz que a Educação é um exercício de cidadania.

12-04-2017

O tema cidade na base curricular

De fato a consolidação de uma base comum é muito importante para a sistematização dos conteúdos e unificação dos temas em sala, respeitando as diversidades locais. Mas a base divulgada ainda encontra muitas falhas e conteúdo genérico, e sem entrar no mérito da maneira em que as consultas publicas foram realizadas ao longo de quatro anos na qual muitas entidade não foram se quer convidadas.
06-04-2017
História Local, Educação, Guarulhos, ensino, aula, escola, governo guti

A busca pela identidade guarulhense, o ensino de história local

A nova gestão da cidade de Guarulhos, do prefeito Guti (PSB), apresentou como slogan o seguinte lema: “Orgulho de ser Guarulhos”. Em tese, algo louvável, uma bela iniciativa de trazer as pessoas o orgulho de habitarem seu território, contudo, o verbo “ser” nos traz uma conotação de identidade, algo muito mais complexo do que simplesmente viver em determinada cidade. Afinal, do que se trataria ser Guarulhos? A História é uma ferramenta que pode auxiliar nessa difícil tarefa.
04-08-2016
greve, guarulhos, professores, escola, educação

Escola sem partido: uma impossibilidade educativa

Sou professora da rede municipal de Guarulhos. Estamos em greve há 5 dias, com manifestações diárias lotadas de professores, diretores, coordenadores e supervisores de ensino. Pode-se ler nos jornais locais os impactos que essas manifestações tiveram no trânsito e até em eventos, e também as acusações ao governo do PT, já tão desgastado politicamente, e seus desmandos com os trabalhadores da cidade. Essa semana, em meio a essa efervescência política, li o Projeto de Lei 193/2016 do senador Magno Malta denominado Programa Escola sem Partido e me chamou a atenção o seguinte inciso acerca da função do professor: “I - não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas”.
28-12-2015

A educação pública de qualidade é nosso maior patrimônio

A implantação de um sistema educacional público com excelência deveria ser um interesse não só dos alunos e professores, mas de toda a sociedade, já que a educação escolar constitui um meio de inserir as novas gerações no patrimônio cultural acumulado pela humanidade, dando-lhe continuidade em seus variados aspectos. No entanto, a realidade é a do abandono por parte do governo e a depredação de um direito conquistado a duras penas.